Neuroimagem

Revista Bras. de Psiquiatria
Vol. 23 - Suplemento 1- Maio 2001 

 

   
Aspectos básicos

Figura 1 — Imagens de ressonância magnética

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A) Reconstrução tridimensional, B) Axial T2 e C) Coronal T2

 

Figura 2 — Imagem de ressonância magnética funcional — linguagem

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Ativação de áreas em cortes fronto-temporal durante tarefa de fluência verbal.
  

 

 

      

   
PET e SPECT

Figura 1 - Padrões de anomalias da perfusão cerebral nas demências

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Fronto-temporal

Alzheimer

Multi-infartos

   

Figura 2 — Degenerescência dopaminérgica detectada in vivo com o radiotraçador DaTSCANTM num indivíduo com doença de Parkinson em comparação com indivíduos normais. No doente com Parkinson existe marcada redução da captação do radiofármaco na parte posterior dos gânglios da base (putâmen) e mais intensa no hemisfério cerebral contra-lateral aos sintomas e sinais

 

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Voluntários normais

   

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Doença de Parkinson

     

       

    

     

  

   
Neuroimagem no TOC

 

Figura 1 - SPECT do paciente M., antes do tratamento. Observar a hiperativação frontal, em comparação com a região occipital.
   

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Figura 2 - SPECT do paciente da figura 1, após tratamento com clomipramina por 6 meses. Observar o “equilíbrio de perfusão” entre todas as regiões mostradas.  
   

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Figura 3 - SPECT de um controle saudável. Observar o “equilíbrio de perfusão” entre todas as regiões mostradas.  
  

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Neuroimagem e substâncias psicoativas
  
  

Figura 1 — Imagens de PET evidenciando redução global no metabolismo cerebral de glicose induzida pela administração de 40mg de cocaína intravenosa, em comparação com a administração de solução salina (placebo). O mesmo indivíduo realizou cada avaliação em dois momentos diferentes.
  

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Figura 2 — Angiografia por ressonância magnética evidenciando vasoconstrição em artérias cerebrais. Ambas as imagens são provenientes de um mesmo indivíduo, realizadas antes (à esquerda) e 20 minutos após (à direita) a administração de uma dose de 0,4mg/kg de cocaína intravenosa. As setas superiores indicam as artérias cerebrais médias e as setas inferiores apontam para as artérias cerebrais posteriores. A = anterior; P = posterior; R = direito; L = esquerdo.

   

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Baseline Cocaine

     

   

Figura 3 — Imagens de SPECT evidenciando múltiplas áreas de hipofluxo sanguíneo cerebral em dependente de cocaína do sexo masculino, de 20 anos de idade, abstinente de drogas há três semanas.
  

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Figura 4 — Imagens de corregistro de PET e ressonância magnética evidenciando áreas de aumento do metabolismo cerebral de glicose em indivíduo com abuso de cocaína em resposta a estimulação audiovisual relacionada à cocaína. As setas indicam o córtex pré-frontal dorsolateral (DL) e a amígdala (AM), ativados durante a ‘fissura’.
   

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